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Entrada Reflexões Pensamentos Paul Ricoeur - The Just

Paul Ricoeur - The Just

Paul Ricoeur (1913–2005)

Recomendo para uma tarde chuvosa na China um dos melhores trabalhos do grande filósofo francês, desaparecido em 2005 e que no jornal Hoje Macau, na altura tive oportunidade de escrever um extenso texto. Tive o privilégio raro de conhecer o Professor Paul Ricoeur.  O trabalho que refiro The Just pode ser encontrado na Biblioteca Internacional da Universidade de Macau, bem como tantos outros trabalhos, que ali existem às centenas, quando não milhares, a maioria sem menção na ficha de alguma vez terem sido lidos. A cultura não é feita por ignorantes acomodados. Saiam das tamancas e procurem os trabalhos desse Professeur e outros. Façam um aggiornamento-bringing up to date.

Um desventurado provérbio japonês afirma que o passado, deve ser lançado à  água. É como uma nódoa.  O perdão verdadeiro, não é uma nódoa nova, mas sim uma nódoa  renovada, apesar de  não ser possível fazer da nódoa um simples acontecimento do passado.

 

O esquecimento do mal passado implica dois danos:

1. Acreditar que o passado é presente, mas neste nada aconteceu.

2. Permitir ou estimular a sua repetição no futuro.

Existem abusos do esquecimento debaixo de formas institucionais que cruzam  facilmente a fronteira com a amnésia… A amnistia converte-se em caricatura do perdão… Impor como dever o esquecimento seria incentivar a amnésia... Conservar os limites entre a amnistia e a amnésia favorece a integração da memória, o conflito e o perdão. Assim, se exprimia o Professor e filósofo Paul Ricoeur na sua magistral obra, A memória, a história e o esquecimento (2000).

Forçosamente recomendo a sua leitura a muitos membros do clero, seja qual for o credo que professem e ministram e mais aos crentes, que bem pior andam que os primeiros e que falam superficialmente, recomendando à pressa e irresponsavelmente o conselho do esquecimento; corre-se o risco de se manipular a memória e incentivar, com a amnésia, a repetição dos erros passados.

3. Os seres humanos partilham a dupla experiência de ser autores e vítimas do mal.

1) No primeiro caso, à imputação e acusação segue-se a exigência de pena e castigo;

2) No segundo, o sofrimento das vítimas eleva-se na  forma de clamor pedindo que se faça algo para remediá-lo, evitá-lo e que não se volte a repetir.

Ao reconciliarmo-nos com o passado, apesar do que aconteceu, e ao apostar criativamente no futuro, pese a incerteza, humanizarmo-nos. Só um idiota pensará de forma distinta. Para quem se quer aprimorar na arte da imbecilidade recomendo ao imparável crescimento na estupidez, o livro de Pino de Aprile, Elogio del Imbécil, publicado em Espanha em 2006 e que não existe na Biblioteca Internacional de Macau, na Joanina de Coimbra ou na da Universidade Livre de Bruxelas, porque parte-se do princípio que universitátios docentes e discentes não são tocados por tal mesquinho vírus. Possuo o dito livro e basta um pedido, que tentarei colocar nesta página electrónica para mera consulta, para não imbecilmente violar os direitos de autor.

O ensinamento justificativo e a renúncia ao recomeço, seja do que for, é o caminho da desumanização. A justiça  reabilitadora da memória histórica faz recordar o mal, para que não se repita. A imaginação criativa faz acreditar no fim prometer de não o de repetir.

Dizia o Professeur, que ninguém pode perdoar a não ser a vítima, a não ser qual psicopata, que se transforma em ofensor e vítima, reunindo na sua pessoa as duas naturezas. Não podemos obrigar também as vítimas a que perdoem, como não é possível ninguém se substituir ao agressor para pedir perdão, no caso de haver vítima está bem de ver. Não servirá de coisa alguma, impor ao agressor forçadamente um arrependimento, que não provenha da sua consciência, das suas emoções e dos seus valores se os tiver e que sempre estão condicionados pelo grau da agressão.

Devemos acreditar, ( quem quiser louvar, rezar, orar, nada de mal vem ao mundo) para que cada pessoa reconheça que no seu eu existe a capacidade do pior e do melhor e principalmente o de se modificar.

É sempre possível no criminoso despertar a capacidade oculta da promessa de regeneração e de  não repetir a agressão. Não é criminoso só o que mata, viola ou rouba, mas quem desfaz a família, mente, mata os sonhos e a confiança dos outros.

É sempre possível despertar na vítima a capacidade de renunciar à vingança.

É sempre possível despertar na sociedade a capacidade de fazer justiça reabilitadora e reconciliadora , não justificativa, mas sem esquecimento, permanecendo  viva a memória histórica do mal, para não se repetir e de imaginar criativamente caminhos novos de recomeço.

É preciso compreender  que perdoar não é esquecer, mas confiar que épossível recomeçar, ainda que o facto produzido não possa ser desfeito, mas que o  lembremos, não para reabrir feridas, mas para que a agressão não se produza de novo.

 Jorge Rodrigues Simão, 07.02.2010

 The Just:

 The essays in this book contain some of Paul Ricoeur's most fascinating ruminations on the nature of justice and the law. His thoughts ranging across a number of topics and engaging the work of thinkers both classical and contemporary, Ricoeur offers a series of important reflections on the juridical and the philosophical concepts of right and the space between moral theory and politics

 Biography:

 Philosopher and theologian, born in Valence, SE France. A pupil of Gabriel Marcel, he studied at the University of Paris, and became professor at Strasbourg (1948–56), Paris-Nanterre (1956–70), and Chicago (1970). Influenced by Heidegger, Jaspers, and Husserl, his wide-ranging works cover topics such as the essence of language, individual action and will, and freedom and evil. He was an influential figure in French and Anglo–American philosophy, engaging critically with various contemporary methodologies - structuralism, phenomenology, psychoanalysis, and hermeneutics - across a whole range of problems. His publications include Philosophie de la volonté (3 vols, 1950–60, Philosophy of the Will) and La Métaphore vive (1975, The Living Metaphor), Temps et récit (1983–5), and Soi-même comme autre (1990). In 2000 he published his last major work, La Mémoire, l'histoire, l'oubli (Memory, History and Forgetting).

 Related Works:

Gabriel Marcel and Karl Jaspers. Philosophie du mystère et philosophie du paradoxe. Paris: Temps Présent, 1948.

Freedom and Nature: The Voluntary and the Involuntary, trans. Erazim Kohak. Evanston: Northwestern University Press, 1966 (1950).

History and Truth, trans. Charles A. Kelbley. Evanston: Northwestern University press. 1965 (1955).

Fallible Man, trans. with an introduction by Walter J. Lowe, New York: Fordham University Press, 1986 (1960).

The Symbolism of Evil, trans. Emerson Buchanan. New York: Harper and Row, 1967 (1960).

Freud and Philosophy: An Essay on Interpretation, trans. Denis Savage. New Haven: Yale University Press, 1970 (1965).

The Conflict of Interpretations: Essays in Hermeneutics, ed. Don Ihde, trans. Willis Domingo et al. Evanston: Northwestern University Press, 1974 (1969).

Political and Social Essays, ed. David Stewart and Joseph Bien, trans. Donald Stewart et al. Athens: Ohio University Press, 1974.

The Rule of Metaphor: Multi-Disciplinary Studies in the Creation of Meaning in Language, trans. Robert Czerny with Kathleen McLaughlin and John Costello, S. J., London: Routledge and Kegan Paul 1978 (1975).

Interpretation Theory: Discourse and the Surplus of Meaning. Fort Worth: Texas Christian Press, 1976.

The Philosophy of Paul Ricœur: An Anthology of his Work, ed. Charles E. Reagan and David Stewart. Boston: Beacon Press, 1978.

Theology after Ricouer, Dan Stiver, Westminster: John Knox Press

Hermeneutics and the Human Sciences: Essays on Language, Action and Interpretation, ed., trans. John B. Thompson. Cambridge: Cambridge University Press, 1981.

Time and Narrative (Temps et Récit), 3 vols. trans. Kathleen McLaughlin and David Pellauer. Chicago: University of Chicago Press, 1984, 1985, 1988 (1983, 1984, 1985).

Lectures on Ideology and Utopia, ed., trans. George H. Taylor. New York: Columbia University Press, 1985.

From Text to Action: Essays in Hermeneutics II, trans. Kathleen Blamey and John B. Thompson. Evanston: Northwestern University Press, 1991 (1986).

À l'école de la philosophie. Paris: J. Vrin, 1986.

Le mal: Un défi à la philosophie et à la théologie. Geneva: Labor et Fides, 1986.

Oneself as Another (Soi-même comme un autre), trans. Kathleen Blamey. Chicago: University of Chicago Press, 1992 (1990).

A Ricœur Reader: Reflection and Imagination, ed. Mario J. Valdes. Toronto: University of Toronto Press, 1991.

Lectures I: Autour du politique. Paris: Seuil, 1991.

Lectures II: La Contrée des philosophes. Paris: Seuil, 1992.

Lectures III: Aux frontières de la philosophie. Paris: Seuil, 1994.

The Just, trans. David Pellauer. Chicago: University of Chicago Press, 2000 (1995).

Critique and Conviction, trans. Kathleen Blamey. New York: Columbia University Press, 1998 (1995).

La mémoire, l'histoire, l'oubli. Paris: Seuil, 2000.

Le Juste II. Paris: Esprit, 2001.

Parcours de la reconnaissance. Trois études. Paris: Stock, 2004.

 

http://www.ziddu.com/download/8485637/PAULRICOEURTheJust.pdf.html

 

 

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Citações e Provérbios

"O fim do Direito é a paz; o meio de atingi-lo, a luta. O Direito não é uma simples ideia, é força viva. Por isso a justiça sustenta, em uma das mãos, a balança, com que pesa o Direito, enquanto na outra segura a espada, por meio da qual se defende. A espada sem a balança é a força bruta, a balança sem a espada é a impotência do Direito. Uma completa a outra. O verdadeiro Estado de Direito só pode existir quando a justiça bradir a espada com a mesma habilidade com que manipula a balança."

Rudolf Von Ihering

"A arte diz o indizível; exprime o inexprimível, traduz o intraduzível."

Leonardo da Vinci

 

"A arte é a idéia da obra, a idéia que existe sem matéria."

Aristóteles

 

"A arte é o espelho social de uma época."

Raul Seixas

 

"A arte é uma emoção suplementar que é somada a uma técnica hábil."

Charles Chaplin

 

"A arte é uma ferramenta; os espíritos são os operários."

Victor Marie Hugo

 

"A base da sociedade é a justiça; o julgamento constitui a ordem da sociedade:

Ora o julgamento é a aplicação da justiça."

Aristóteles

 

"A beleza é a melhor carta de recomendação."

Aristóteles

 

"A beleza é dom de Deus."

Aristóteles

 

"A brevidade é a alma do talento."

William Shakespeare

 

"A coisa mais bela que podemos experimentar é o mistério.

Essa é a fonte de toda a arte e ciências verdadeiras."

Albert Einstein

 

"A coisa mais indispensável a um homem é reconhecer o uso que deve fazer do seu próprio conhecimento".

Platão

 

"A comissão faz o ladrão."

Jô Soares

 

"A coragem é a primeira das qualidades humanas porque garante todas as outras."

Aristóteles

 

"A coragem é o medo vencido".

Provérbio de domínio público

 

"A corrupção não é uma invenção brasileira, mas a impunidade é uma coisa muito nossa. "

Jô Soares

 

"A cultura é o melhor conforto para a velhice."

Aristóteles

 

"A democracia surgiu quando, devido ao fato de que todos são iguais em certo sentido,

acreditou-se que todos fossem absolutamente iguais entre si."

Aristóteles

 

"A dúvida é o princípio da sabedoria".

Aristóteles

 

"A educação tem raízes amargas, mas os seus frutos são doces."

Aristóteles

 

"A esperança é o sonho do homem acordado."

Aristóteles

 

"A esperança...: um sonho feito de despertares."

Aristóteles

 

"A fazer, sem ser comandado, aquilo que os outros fazem apenas por medo da lei."

 

"A felicidade consiste em ações perfeitamente conformes à virtude, e entendemos por virtude não a virtude relativa, mas a virtude absoluta. Entendemos por virtude relativa a que diz respeito às coisas necessárias e por virtude absoluta

a que tem por finalidade a beleza e a honestidade".

Aristóteles

 

"A felicidade e a saúde são incompatíveis com a ociosidade"

Aristóteles

 

"A felicidade é para quem se basta a si próprio."

Aristóteles

 

"A felicidade não se encontra nos bens exteriores."

Aristóteles

 

"A filosofia de um século é o senso comum do próximo"

Autor desconhecido

 

"A força não provém da capacidade física, mas da vontade férrea."

Ghandi

 

"A gargalhada é o sol que varre o inverno do rosto humano."

Victor Marie Hugo

 

"A gente encontra o próprio estilo, quando não consegue fazer as coisas de outra maneira".

Paul Klee, pintor sueco

 

"A gente não faz amigos, reconhece-os."

Vinícius de Moraes

 

"A gente não pode ser aquele garoto tímido toda a vida.

Tem que se dar um pouco mais, chegar perto do público sem aquela armadura toda."

Tom Jobim

 

"A gente só leva da vida a vida que a gente leva"

Tom Jobim

 

"A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las."

Aristóteles

 

"A história da sociedade até aos nossos dias é a história da luta de classes."

Karl Marx

 

"A história da sociedade até aos nossos dias é a história da luta de classes."

Karl Marx

 

"A história de toda a sociedade até hoje tem sido a história das lutas de classe."

Karl Marx

 

"A história de toda a sociedade até hoje tem sido a história das lutas de classe."

Karl Marx

 

"A humanidade não pode liberar-se da violência mais do que por meio da não violência."

Ghandi

 

"A insatisfação é a principal motivadora do progresso."

Thomas A. Edison

 

"A justiça cobrirá a terra como a água cobre o mar.

Eu não quero o sucesso, o sucesso não me diz nada.

Muitas pessoas têm sucesso mas vivem como mortos."

Bob Marley

 

"A juventude, ainda que ninguém a combata, acha em si mesma seu próprio inimigo."

William Shakespeare

 

"A lei é ordem; e uma boa lei é uma boa ordem."

Aristóteles

 

"A lei suprema da arte é a representação do belo."

Leonardo da Vinci

 

"A liberação da energia atômica mudou tudo, menos nossa maneira de pensar."

Albert Einstein

 

"A luz das estrelas fixas é da mesma natureza que a luz do Sol."

Isaac Newton

 

"A maneira de se conseguir boa reputação reside no esforço em se ser aquilo que se deseja parecer."

Sócrates

 

"A maneira mais fácil e mais segura de vivermos honradamente,

consiste em sermos, na realidade, o que parecemos ser. "

Sócrates

 

"A medida da vida não é a sua duração, mas a sua doação."

Peter Marshal

 

"A medida do amor é amar sem medida."

Victor Marie Hugo

 

"A melhor maneira de se ser feliz é contribuir para a felicidade dos outros."

Confúcio

 

"A memória é o sentinela do cérebro."

William Shakespeare

 

"A mente do homem é de mármore; a da mulher de cera."

William Shakespeare

 

"A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original."

Albert Einstein

 

"A mentira é uma verdade que se esqueceu de acontecer."

Mário Quintana

 

"A mesma diferença que existe entre os vivos e os mortos."

Aristóteles

 

"A minha preocupação não está em ser coerente com as minhas afirmações anteriores

sobre determinado problema, mas em ser coerente com a verdade."

Gandhi

 

"A modéstia não pode ser considerada uma virtude, pois assemelha-se mais a um

sofrimento do que a uma qualidade."

Aristóteles

 

"A mudança em todas as coisas é desejável."

Aristóteles

 

"A música é celeste, de natureza divina e de tal beleza que encanta

a alma e a eleva acima da sua condição."

Aristóteles

 

"A música tem uma coisa boa: quando bate você não sente dor."

Bob Marley

 

"A não violência nunca deve ser usada como um escudo para a covardia.

É uma arma para os bravos."

Gandhi

 

"A natureza é a arte de Deus".

Dante Alighieri

 

"A natureza humana é boa e a maldade é essencialmente antinatural."

Confúcio

 

"A natureza não faz nada em vão."

Aristóteles

 

"A natureza só faz mulheres quando não pode fazer homens.

A mulher é, portanto, um homem inferior."

Aristóteles

 

"A necessidade é a melhor mestra e guia da natureza.

A necessidade é terna e inventora, o eterno freio e lei da natureza."

Leonardo da Vinci

 

"A obra de arte, fundamentalmente, consiste numa interpretação

objetivada duma impressão subjetiva"

Fernando Pessoa

 

"A paciência faz contra as ofensas o mesmo que as roupas fazem contra o frio; pois, se vestires mais roupas conforme o inverno aumenta, tal frio não te poderá afetar.

De modo semelhante, a paciência deve crescer em relação às grandes ofensas; tais injúrias não poderão afetar a tua mente".

Leonardo da Vinci

 

"A palavra é o Verbo, e o Verbo é Deus."

Victor Marie Hugo

 

"A palavra progresso não terá qualquer sentido quando houver crianças infelizes."

Albert Einstein

 

"A paz do coração é o paraíso dos homens".

Platão

 

"A paz não pode ser mantida à força. Somente pode ser atingida pelo entendimento."

Albert Einstein

 

"A pintura deve parecer uma coisa natural vista num grande espelho."

Leonardo da Vinci

 

"A pior forma de desigualdade é tentar fazer duas coisas diferentes iguais."

Aristóteles

 

"A política serve a um momento no presente, mas uma equação é eterna."

Albert Einstein

 

"A política só serve para dividir o povo. É uma bobagem, pois faz o povo confiar em um homem, que não pode fazer nada por nós.

Se você não tiver sua vida, você não tem nada. Por isso até os políticos devem achar um rastafari."

Bob Marley

 

"A primeira qualidade do estilo é a clareza."

Aristóteles

 

"A prisão não são as grades, e a liberdade não é a rua; existem homens presos na rua e livres na prisão.

É uma questão de consciência."

Ghandi

 

"A propriedade privada tornou-nos tão estúpidos e limitados que um objeto só é nosso quando o possuímos."

Karl Marx

 

"A prova de que a natureza é sábia é que ela nem sabia que iríamos usar óculos e notem como colocou nossas orelhas."

Jô Soares

 

"A pureza do coração depura, pois a inteligência, e a retidão da vontade faz a exatidão do entendimento".

Eliphas Levi

 

"A realidade é uma ilusão, embora bastante persistente."

Albert Einstein